Abílio Rodrigues: O Francisco foi sempre um homem
muito sábio, com uma visão moderna da Igreja e da sociedade. É uma grande perda
para todos. Certamente intercederá por nós junto de Deus em quem sempre
acreditou.
Fernando Rites: É com tristeza que recebemos a
notícia da Páscoa definitiva do amigo Francisco Monteiro. Uma pessoa iluminada
e vibrante, sempre entusiasmado em fazer a diferença na vida dos mais
desfavorecidos. Sua ausência deixa um vazio, mas seu legado viverá em nós.
Acreditamos que ele nos observa, com aquele sorriso e nos encoraja a seguir em
frente na nossa jornada com amor e entusiasmo.
Eugénio Fonseca: Foi, decerto, uma morte inesperada. Admirava
a sua capacidade de resiliência. Nunca baixou os braços na defesa da dignidade
do povo cigano. Sempre que lhe era possível, acudia às necessidades materiais
de família pobres deste povo. Fazia-o no âmbito da Conferência Episcopal
Portuguesa, mas sem apoio institucional. Como já aconteceu a outros, a
hierarquia da Igreja depressa esqueceu quem serviu o Reino, através da Igreja. O
importante é que Francisco Monteiro já ouviu: vem bendito de meu Pai....
Vamos honrar sua memória continuando o trabalho que ele
amava: cuidar dos outros, trazer esperança e lutar por justiça social.
Urtélia Silva: SIM irmãos!... A sua PESSOA, a sua
OBRA são legados!... já fui buscar 2 dos seus livros: : "E EU NELES",
" A UNIÃO COM DEUS/ O TEU AMOR TOCA-ME" !... P`ra amanhã , embora
sejam sempre para o HOJE!
Manuel António Ribeiro: Fica a nossa memória viva do
seu exemplo e a confiança de que continuamos unidos pela força da comunhão dos
santos.
Alberto Osório: Um companheiro fantástico de profunda
espiritualidade e de empenhada ação. Fiquei muito surpreso e chocado, ciente
embora que a sua entrega ao serviço do Reino o coloca no seio do Pai!
Fernando Félix e Maria José: Apreciávamos muito a sua
lucidez, inteligência e discernimento. Era muito prático, ia diretamente ao
ponto sem ser enfadonho. Foi-se um crânio. E ficou um imenso legado de
bem-fazer. Um bem-fazer que nascia da cumplicidade de amor com a Maria José e
os filhos. Oramos com ele pela renovação da Igreja, por meio da caridade.
Rogério Teixeira: Fiquei tristemente surpreendido pela notícia da morte do nosso amigo e saudoso Francisco Sousa Monteiro: conhecíamo-nos desde a Escola Apostólica e trabalhámos na Missão da Fonte Boa, onde o fui substituir, e ajudar a concluir o Colégio Azevedo Coutinho que ele e a família generosamente começaram. Éramos muito amigos e ele brincava muito comigo quando eu o saudava em cinyanja, língua nativa da Angónia (Tete). Agora é que ele concorda com o que eu lhe lembrava, em cinyanja: «Dzikho lathu labwino liri kwa Mulungu, ndife alendo pano kumuwamba ndi kwathu» (A nossa Pátria é o Céu, aqui somos peregrinos).
Aqui deixo um abraço muito sincero de pêsames aos filhos e à família.
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