«O papel de Francisco para a renovação da Igreja parece justamente este: cultivar a vinha do Senhor, iniciar “processos” - como ele gosta de dizer - que possam prefigurar novos desenvolvimentos e horizontes, dar passos a frente que levem todos a se expor para além das cercas, mas sem produzir rupturas irreparáveis. Talvez cultivando a ideia de que nada será como antes.»
Para ler, na íntegra, este texto de Franco Garelli, sociólogo italiano, publicado por La Stampa, e traduzido por Luisa Rabolini, da Unisinos, clicar aqui: O 'mea culpa' do Papa e da Igreja ao feminino.
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