Em 24 de setembro de 2015, «o Papa Francisco – o primeiro papa
natural das Américas – dirigiu-se ao Congresso dos EUA num discurso que
enfatizou os valores fundadores da nação americana. A releitura deste discurso poderá
ser útil para o presidente Donald Trump e o vice-presidente J.D. Vance»,
escreve Alessandro Gisotti, vice-diretor dos meios de comunicação social do
Vaticano, no editorial do jornal L'Osservatore Romano (de 18 de janeiro de 2025).
«Um discurso, aplaudido muitas vezes em todo o hemiciclo do
Capitólio, que apontou quatro figuras de grandes estadunidenses como as
estrelas polares que, mesmo nesta era turbulenta, podem ajudar a traçar o curso
para aqueles chamados a cargos de responsabilidade política.
“Uma nação”,
concluiu o Papa Francisco, “pode ser considerada grande quando
– defende a liberdade, como fez Lincoln;
– defende a liberdade, como fez Lincoln;
– quando promove uma cultura que permite que as
pessoas ’sonhem' com direitos plenos para todos os seus irmãos e irmãs, como
tentou fazer Martin Luther King;
– quando luta pela justiça e pela causa dos
oprimidos, como fez Dorothy Day com seu trabalho incansável,
– fruto de uma fé
que se torna diálogo e semeia a paz no estilo contemplativo de Thomas Merton.
Esses são os valores que tornaram os Estados Unidos grandes. E dos quais o
mundo ainda precisa”.»
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