Quando somos crianças, Ele é um senhor com barba que nos abraça e acaricia.
Na adolescência, Ele parece desaprovar a maioria das coisas que achamos divertidas; então, dizemos que Ele provavelmente não existe.
Entre os 20 e os 40 anos, sobretudo quando nascem os filhos, pensamos que é melhor ensiná-los acerca de Deus, para o caso de Ele existir.
Depois dos 40 anos, Deus é o Criador, uma força que nos entusiasma a fazer o bem, um amigo amoroso, um apoio quando O chamamos, Aquele que nos aceita quando mais ninguém o faria, Aquele que foi e sempre será e quer o que é melhor para nós.
Na velhice, Deus é Aquele com quem podemos conversar a qualquer hora e em qualquer lugar.
Na hora da morte, Deus é um grande abraço que nos envolve.
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