Urgência do anúncio do Evangelho: Apelou a um renovado impulso missionário, centrado no encontro pessoal com Cristo e no kerygma. Evangelizar com criatividade, linguagem atual e atenção aos mais afastados.
Paz como vocação e missão da Igreja: Cada comunidade deve tornar-se uma “casa da paz”, promovendo a reconciliação, o diálogo e a não violência, sobretudo nas periferias e zonas esquecidas.
Dignidade humana e desafios contemporâneos: Face à inteligência artificial e às novas tecnologias, o Papa pediu uma reflexão antropológica profunda: a pessoa não é algoritmo, mas mistério, relação e criatura amada.
Diálogo e comunhão intergeracional: Incentiva uma cultura do encontro: paróquias, movimentos e associações devem ser espaços de escuta mútua, onde a verdade se torne credível através da comunhão.
Sinodalidade: estilo de Igreja: Convidou a perseverar unidos no caminho sinodal, abertos às provocações do Espírito. A sinodalidade deve moldar corações, decisões e modos de agir.
Coragem e presença junto dos mais pobres: Convidou a não ter medo de escolhas ousadas e a viver junto do povo, servindo os pobres e caminhando com os últimos.
Protagonismo dos leigos: Exortou a formar os leigos na Palavra e na Doutrina Social da Igreja para que evangelizem os espaços do quotidiano: trabalho, escola, saúde, cultura, política.
Discurso do Papa Francisco aos bispos italianos neste link
Texto do padre Tiago Freiras, director da Livraria Diário do Minho
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