Bodas de Ouro Matrimoniais de Bráulio Veiga e Maria José Martins

Caros amigos da Fraternitas!
Celebrámos as nossas Bodas de Ouro Matrimoniais no passado dia 15 de Agosto, festa de Nossa Senhora da Assunção.

Na Igreja de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa dos Padres Vicentinos, em Chaves, a celebração foi presidida por D. Gilberto Canavarro, bispo emérito de Setúbal, acompanhado pelos padres Hélder Amadeu, pároco de Santa Maria Maior em Chaves, António José Pereira, pároco de Loivos, e José Carlos Gonçalves, Superior da Comunidade Vicentina, em Chaves.

Os cânticos estiveram a cargo de um grupo de amigos.

No início, apresentei uma reflexão sobre o motivo desta celebração. Nela mencionei e saudei o grupo dos nossos amigos da Fraternitas, representado pelo nosso Alípio.

A celebração religiosa das nossa Bodas de Ouro realizou-se na mesma Igreja onde aconteceu o nosso casamento há 50 anos, presidido também pelo D. Gilberto, na altura pároco de Santa Maria Maior, em Chaves.

Esta igreja tem para mim uma grande ligação sentimental. Foi construída pelos meus tios padres Luís Veiga e Fernando Veiga, vicentinos.
Pelo contacto permanente com os meus tios, posso dizer que assisti ao nascimento desta igreja e respectiva torre sineira.
Em 31 de Maio de 1961 foi inaugurada pelo Sr. Bispo de Vila Real, D. António Valente da Fonseca.
Esta igreja tem a dupla invocação de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa e S. Vicente de Paulo.

Após a celebração religiosa, fizemos um convívio com os participantes.
Como devoto de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, que me acompanha sempre, quisemos oferecer a sua imagem  a todos os convidados.

Desde já, agradecemos as mensagens que recebemos de alguns associados da Fraternitas.

Quero referir uma mensagem especial do amigo de longa data D. Augusto César, bispo emérito de Portalegre e Castelo Branco. Na véspera da nossa celebração recebemos a seguinte mensagem: «Meus bons amigos e muito lembrados Bráulio e Maria José. Obrigado pela notícia das vossas Bodas de Ouro. No dia 15 vou lembrar-vos na Santa Missa e lembrar também os vossos tios Pe. Luís e Pe. Fernando Veiga. Deus a todos abençoe. Bem sabem que estamos unidos na oração e na amizade. Recebei os meus parabéns e sempre presentes na oração. Desde já. Um abraço muito amigo e parabéns. Augusto César.»

Saudações fraternas, 
Bráulio e Maria José

Comentários

  1. Obrigado pela reportagem das Bodas de Ouro de casamento do casal Bráulio e Maria José. Gostei de saber e ver que foram muito e bem acompanhados.
    Recordei com saudade e alegria o casamento de meu filho, realizado nessa mesma igreja, e presidido pelo grande e inesquecível amigo D. Augusto César com quem trabalhei na diocese de Tete e com quem convivi nos sete meses que a Frelimo me prendeu quando estava para vir passar o Natal à Metrópole. Nunca poderei esquecer o que fez por mim nesses meses e no novo ruo que dei à vida. Fui visitá-lo a Fátima. Não sabia que era também tão amigo do Bráulio, mas fiquei a saber que o é há mais tempo que eu.
    D. César presidiu ao casamento de meus dois filhos e batizou os meus três netos, dois deles também em Chaves, nas igrejas dos Vicentinos.

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