Durante a celebração de uma missa, alguns cães que o
padre havia acolhido anteriormente começaram a circular livremente pela igreja e pelo altar.
Eles deitavam-se perto das pessoas, recebiam um carinho aqui, outro ali, e
depois ficavam quietinhos, como se soubessem que aquele também era o lugar
deles.
Em determinado momento, quando o padre começou a
cantar, um dos cães levantou a
cabeça. Outro sentou-se, atento. Logo depois, começaram a soltar uivos suaves,
todos juntos, como se estivessem a acompanhar a música.
Para ver o vídeo, clicar em «Cães cantam e encantam na missa»
- Gente… eles tão a cantar - disse alguém.
A assembleia eclesial encheu-se de sorrisos. Algumas pessoas emocionaram-se, outras apenas fecharam os olhos para aproveitar o momento.
O padre
percebeu a reação, sorriu e seguiu a missa normalmente, sem interromper.
Depois, ele explicou que não vê problema em dividir o espaço
com os animais, já que também os considera parte da comunidade e merecedores de
acolhimento.
Sem ensaio e sem intenção, a cena simples acabou por se tornar especial.
Assim se cumpre tambem o que está escrito no Evangelho segundo São Lucas, Lc 19, 40: «Digo-vos que, se eles se calarem, gritarão as pedras.» Jesus diz aos fariseus que, se a multidão que O louvava se calasse, as pedras gritariam em seu lugar, mostrando que a glória de Deus é inevitável e toda a criação a proclama.
Aprendamos com a Criação e vejamos em episódios como este um chamamento para que nós não silenciemos o nosso louvor a Deus.
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