pela sua dedicação à pastoral cigana
e por ter dado especial atenção aos presbíteros, empenhando-se na sua formação nos seminários, e criando a Associação dos Missionários de Cristo Sacerdote dedicada à espiritualidade e à oração pelas vocações sacerdotais e pelos sacerdotes,
e também a Associação Fraternitas Movimento, para os presbíteros que pedem a dispensa do ministério, com o ideal «na Igreja de Jesus, somos irmãos. Estudamos modos de
cooperação, usando os dons de cada um», – que, também neste mês de agosto de 2026, comemora trinta anos de existência.
O Padre Filipe de Figueiredo na génese (e alma) da Associação FRATERNITAS MOVIMENTO
Seguem-se extratos
de 7 cartas do Padre Filipe de Figueiredo endereçadas a alguns casais, tantos quantos ele foi
localizando, inseridas num artigo de Alípio Martins Afonso, no Espiral n.º 34,
Janeiro/Março, páginas 4 e 5, 2009 - “O
padre Filipe e a Fraternitas”.
1.ª Carta – Évora, 13 de Maio de 1996
A
ideia surgiu em Fátima, aos pés de Nossa Senhora: promover um retiro
espiritual, no Santuário de Fátima, para sacerdotes casados e suas esposas. (…)
O banquete está preparado e a mesa pronta. Será orientador D. Serafim, (…), que
nos acolhe de 1 a 4 de Agosto.
2.ª Carta – Fátima, 4 de Agosto de 1996
Terminou hoje em Fátima o retiro para 25 padres casados e suas esposas (…) depois de bater a várias portas de sacerdotes para orientarem o retiro, sem êxito, quis Nossa Senhora que o orientador fosse o Sr. D. Serafim, (…). Está marcado um segundo turno para os dias 31 de Outubro, 1 e 2 de Novembro próximos (…). Simultaneamente, realizar-se-á um retiro para jovens, filhos destas casais e de outros, no Centro Paulo VI. (…)
Vosso
servo, muito dedicado e grato, Pe. F.F.
3.ª Carta – Évora, 15 de Agosto de 1996
“Se hoje ouvirdes a Voz de Deus não fecheis os vossos corações”
“Se hoje ouvirdes a Voz de Deus não fecheis os vossos corações”
4.ª Carta (manuscrita) – Évora, 17 de Agosto
de 1996
(…) Venho dar-vos conta da carta que escrevemos aos bispos portugueses, núncio apostólico e e provinciais das congregações religiosas. (…) Precisamos muito da vossa ajuda para o êxito destes dois retiros, empenhando-vos no recrutamento de pais e filhos. (…)
(…) Venho dar-vos conta da carta que escrevemos aos bispos portugueses, núncio apostólico e e provinciais das congregações religiosas. (…) Precisamos muito da vossa ajuda para o êxito destes dois retiros, empenhando-vos no recrutamento de pais e filhos. (…)
Vosso
amigo, dedicado e grato, Pe. F.F.
5.ª Carta (manuscrita) – Évora, 26 de Agosto
de 1996
(…) Para um e para outro, referia-se aos retiros, peço o vosso empenhamento pela oração e pela acção, interessando outros casais, os vossos filhos e os vossos jovens! (…)
Não
foi por acaso que vós fostes os primeiros escolhidos! (Referia-se a todos
os casais inicialmente convidados.) Tendes uma missão a cumprir. Deus não fará
aquilo que nos compete a nós, tal como encher as talhas de água em Caná ou
remover a pedra do túmulo de Lázaro. (…)
(…) Para um e para outro, referia-se aos retiros, peço o vosso empenhamento pela oração e pela acção, interessando outros casais, os vossos filhos e os vossos jovens! (…)
6.ª Carta, Évora, 22 de Maio de 2000
(…) Venho alegrar-me convosco pela aprovação dos Estatutos da Fraternitas pela Conferência Episcopal Portuguesa. Foi a primeira do Mundo. É um sinal dos tempos. No seu 80º aniversário, Jubileu dos Sacerdotes, o Papa referiu-se com carinho e solicitude aos padres dispensados do ministério.
Na mesma carta, adianta Alípio M. Afonso, convida-nos para um retiro dos Missionários de Cristo Sacerdote, na primeira semana de Agosto, em Fátima, lembrando que foi num destes retiros que nasceu a Fraternitas e põe à nossa disposição a Casa de S. José, umas das casas abrigo por ele criadas para a terceira idade – uma outra valência do Pe. Filipe, por que nos últimos tempos se batia com toda a sua energia. (…) Termina a mesma carta: Tenho-vos muito presentes no Altar e no coração. Vosso amigo, muito dedicado, Pe. F.F.
7.ª Carta – Évora, 19 de Setembro de 2000
(…) A aprovação dos Estatutos (…) é mais um sinal da benevolência de Maria, Mãe de Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote e Mãe nossa «in persona Cristi» (…)
Aproveito para partilhar convosco uma alegria que é, também, preocupação e missão: os Lares Familiares da Terceira Idade – Casas de Oração. Espalhá-los por todos o país, como bênção de Deus (…) Chegaram à recta final da vida, mas não terminaram a sua carreira. (…) têm uma riqueza interior enorme e podem usá-la para transformar o mundo, pedindo ao dono da Seara que mande trabalhadores para a Sua Seara, para que não se perca, antes, produza abundantes frutos em benefício da humanidade (…) Era necessário o empenhamento de mais gente, para que estes “Oásis”, de carácter social e espiritual, se espalhassem os mais possível e com urgência, para bem –estar dos nossos idosos e para bem-estar de todos os habitantes da Terra. (…) Não se trata de um lar qualquer mas destes mini - lares – Casas de Oração. (…)
Tenho
- vos todos presentes no Altar e no coração, Pe. F.F.
Alguns dos muitos testemunhos
Alguns dos muitos testemunhos
“A nossa Fraternitas deve-lhe o que é. Nasceu dele e por ele foi alimentada
com o carinho de pai amoroso até que Deus o chamou. (…)” Alípio
M. Afonso, no livro CÓNEGO FILIPE DE FIGUEIREDO - Uma vida ao serviço dos outros / Homenagem Vivencial da FRATERNITAS MOVIMENTO. lançado em 2010, em Fátima - dia 28 de Novembro (dia
do 7.º aniversário do encontro pleno com o Pai) e na sua terra natal, Estarreja -
dia 1 de Dezembro. Pode ser adquirido através de qualquer contato de membros da
Direção.
Por ocasião dos seus 50 anos de sacerdócio, em 1999, o primeiro Presidente da Direção apresentava:
“Homenagem ao Pe. Filipe de FiGueiredo
Era uma vez um padre, e mais outro, e ainda
outro, que, por uma razão ou por outra, nesta circunstância ou naquela, mas
geralmente por coerência, um dia deixaram de exercer o ministério. Para
conseguir a dispensa oficial, foi necessário dizer muitas coisas sobre a sua
não sintonia teórica com uma entidade concreta – a Igreja. Mas o objectivo era
alcançar a paz com a consciência e com a Igreja. (…)
Para aí estavam, cada um em seu canto,
anónimos, marginais, não sabendo uns dos outros. Sem que ninguém
verdadeiramente os entendesse.
Um dia surgiu um homem da Igreja que resolveu convocá-los para um retiro. Esse retiro, também mercê da forma como foi conduzido por D. Serafim, acabou por ser o encontro dos desencontrados, a descoberta dos irmãos e das irmãs, o nascimento duma nova família, a Fraternitas. Parece que já nos conhecíamos desde sempre! Encontrámos um ambiente onde nos entendemos, onde as palavras saídas de dentro são entendidas em toda a sua profundidade. A alma pôde abrir-se porque encontrou eco noutra alma igual. Há lá alguma coisa mais bonita do que sentir-se entre irmãos? (…)
Um dia surgiu um homem da Igreja que resolveu convocá-los para um retiro. Esse retiro, também mercê da forma como foi conduzido por D. Serafim, acabou por ser o encontro dos desencontrados, a descoberta dos irmãos e das irmãs, o nascimento duma nova família, a Fraternitas. Parece que já nos conhecíamos desde sempre! Encontrámos um ambiente onde nos entendemos, onde as palavras saídas de dentro são entendidas em toda a sua profundidade. A alma pôde abrir-se porque encontrou eco noutra alma igual. Há lá alguma coisa mais bonita do que sentir-se entre irmãos? (…)
Este homem é o Senhor Cónego Filipe Marques de Figueiredo, filho de
Aveiro e sacerdote de Évora. A celebrar os 50 anos de sacerdócio. Homem de Deus
e dos irmãos, com vocação para os
marginalizados.
Os membros desta comunidade nascente não
podem deixar passar esta data sem manifestarem ao Senhor Cónego Filipe a sua
gratidão pela iniciativa de nos chamar e pelo amparo que nos tem dispensado. (…)
”, João
Evangelista de Jesus Simão, Fátima, 31/ 07/ 1999
E o Espiral n.º 13/14, Outubro de 2003/ Março de 2004, pôs luto. Excertos das duas últimas páginas:
"FALECEU O P. FILIPE DE FIGUEIREDO, HOMEM DE
DEUS
Ao princípio da noite de 28 de Novembro de 2003 faleceu (…), homem de Deus. (…) Agora, no coração de Deus, a partilhar a sua glória para sempre, a grande obra do P. Filipe passou a ser interceder por nós para que o imitemos a viver de tal forma que, tal como ele, terminemos os nossos dias «de pé diante do Filho do Homem» (Lc 21, 36, Evangelho da Missa do 1.º Domingo que foi rezado na Missa das Exéquias do P. Filipe (…). Tinha 77 anos quando o Senhor, no Seu Amor infinito, decidiu fazê-lo participante da Sua glória."
Francisco Sousa Monteiro, associado n.º 1, Diretor Executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos
Ao princípio da noite de 28 de Novembro de 2003 faleceu (…), homem de Deus. (…) Agora, no coração de Deus, a partilhar a sua glória para sempre, a grande obra do P. Filipe passou a ser interceder por nós para que o imitemos a viver de tal forma que, tal como ele, terminemos os nossos dias «de pé diante do Filho do Homem» (Lc 21, 36, Evangelho da Missa do 1.º Domingo que foi rezado na Missa das Exéquias do P. Filipe (…). Tinha 77 anos quando o Senhor, no Seu Amor infinito, decidiu fazê-lo participante da Sua glória."
Francisco Sousa Monteiro, associado n.º 1, Diretor Executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos
E em
Ecclesia (9 Dezembro de 2003) pode
ler-se: «O homem que amou os ciganos» (…) «Um homem que esteve sempre no curso
do sentido da Igreja». Com modéstia, o Cónº Filipe vivia atrás do palco.
«Escrevia e ensaiava as peças… e depois retirava-se». «Amou muitos … aqueles que publicamente não dava jeito amar». Foi deste modo que D. Januário Torgal Ferreira se referiu ao Cónego Filipe quando presidia à celebração da Eucaristia de 7º dia, nas instalações da Conferência Episcopal Portuguesa. Ao referir-se ao Diretor Nacional da ONPC, o Prelado enalteceu o trabalho que realizou junto dos ciganos e também da Associação Fraternitas (…)”
«Escrevia e ensaiava as peças… e depois retirava-se». «Amou muitos … aqueles que publicamente não dava jeito amar». Foi deste modo que D. Januário Torgal Ferreira se referiu ao Cónego Filipe quando presidia à celebração da Eucaristia de 7º dia, nas instalações da Conferência Episcopal Portuguesa. Ao referir-se ao Diretor Nacional da ONPC, o Prelado enalteceu o trabalho que realizou junto dos ciganos e também da Associação Fraternitas (…)”
“Foi uma
peregrinação de afectos.”
“Deixaste a fé na ressurreição como herança maior, consolidada.”
“Outras vezes chorámos juntos a alegria do perdão.”
“Enquanto puderam contar contigo, podiam contar com um pai, defensor devotamente dedicado”- da cigana Vera.
“Deus em ti manifestará, uma vez mais, a sua santidade… Obrigado Filipe”
“Deixaste a fé na ressurreição como herança maior, consolidada.”
“Outras vezes chorámos juntos a alegria do perdão.”
“Enquanto puderam contar contigo, podiam contar com um pai, defensor devotamente dedicado”- da cigana Vera.
“Deus em ti manifestará, uma vez mais, a sua santidade… Obrigado Filipe”
(em Espiral n.º 13/14, 2004, página 14
A primeira secretária, Maria Isabel B.
Fernandes informava-nos no Espiral n.º
21/22, Outº 2005/Março 2006, página6:
“COMEMORAÇÃO DO 2º ANIVERSÁRIO DA PARTIDA DO P. FILIPE
Em Estarreja, (…) onde foi criada em 2004 a Fundação Cónego Filipe de Figueiredo, quis esta Fundação, juntamente com a Câmara Municipal, comemorar o 2.º aniversário da sua partida. (…) É bom sabermos e lembrarmos aqueles que amamos e que partiram à nossa frente para junto do Pai. Bem haja Padre Filipe pelo bem que nos fez e, lá do Céu onde acreditamos nos tenha precedido, vele por nós para que consigamos seguir no caminho que nos mostrou e por onde queremos e cremos vir a encontrar-nos um dia!”
O segundo presidente, Vasco J. S. Fernandes, escreveria ainda em 2006 (Espiral n.º 24, Julho/Setembro, páginas 1 a 3):
“ACONTECEU HÁ DEZ ANOS
Não me lembro bem… foi aí por Maio de 1996! No correio (…) chegou uma carta de Évora deveras intrigante (…) duma pessoa que eu não conhecia nem de nome … Cónego Filipe de Figueiredo! (…) Mas aquele Cónego, como é que fora desencantar o meu nome e a morada correcta! Surpreendente, não era? (…)
Pequeno passo: O Retiro – (…) Éramos uma meia centena (…) Foi a oportunidade de descobrir aquele espantoso Padre, um verdadeiro santo e um homem com preocupações profundas pelos outros, uma pessoa duma simpatia e afectividade enormes, um verdadeiro “Homem de Deus”, que nos haveria de marcar profundamente até à sua recente e repentina morte, mas que tivera uma intuição talvez única no mundo: casais como nós podem ser enriquecidos do contacto mútuo e fortalecidos na sua fé e na sua vida eclesial, e podem fazer uma caminhada de mãos dadas que só poderá ser boa para eles e para a Igreja. (…) É da mais elementar justiça que se diga que essas foram as duas grandes colunas do nosso Movimento, o Cónego Filipe de Figueiredo e o Prof. Dr. João Simão! (…) E confiamos que o Cónego Filipe está a interceder por nós junto do Pai e não nos deixará nunca desanimar. (…) Não fora a sua solicitude e a lúcida visão, e este caminho não houvera começado! (…)”
E o terceiro presidente, José Serafim Alves de Sousa, adiantaria em 2008 e 2009, em três números do Espiral:
“CARTA ABERTA AO CÓNEGO P. FILIPE DE FIGUEIREDO
Meu Caro Pe. Filipe: (…) Nós andávamos dispersos cada um para seu lado, e tu convidaste-nos à união em volta da causa comum – o chamamento do Senhor. (…) Com a ajuda do P. Filipe, que no outro mundo pede e intercede por nós, vamos acreditar que o mundo será melhor.” (Espiral n.o 32 , Julho/Setembro, página 1, 2008)
“COMEMORAÇÃO DO 2º ANIVERSÁRIO DA PARTIDA DO P. FILIPE
Em Estarreja, (…) onde foi criada em 2004 a Fundação Cónego Filipe de Figueiredo, quis esta Fundação, juntamente com a Câmara Municipal, comemorar o 2.º aniversário da sua partida. (…) É bom sabermos e lembrarmos aqueles que amamos e que partiram à nossa frente para junto do Pai. Bem haja Padre Filipe pelo bem que nos fez e, lá do Céu onde acreditamos nos tenha precedido, vele por nós para que consigamos seguir no caminho que nos mostrou e por onde queremos e cremos vir a encontrar-nos um dia!”
O segundo presidente, Vasco J. S. Fernandes, escreveria ainda em 2006 (Espiral n.º 24, Julho/Setembro, páginas 1 a 3):
“ACONTECEU HÁ DEZ ANOS
Não me lembro bem… foi aí por Maio de 1996! No correio (…) chegou uma carta de Évora deveras intrigante (…) duma pessoa que eu não conhecia nem de nome … Cónego Filipe de Figueiredo! (…) Mas aquele Cónego, como é que fora desencantar o meu nome e a morada correcta! Surpreendente, não era? (…)
Pequeno passo: O Retiro – (…) Éramos uma meia centena (…) Foi a oportunidade de descobrir aquele espantoso Padre, um verdadeiro santo e um homem com preocupações profundas pelos outros, uma pessoa duma simpatia e afectividade enormes, um verdadeiro “Homem de Deus”, que nos haveria de marcar profundamente até à sua recente e repentina morte, mas que tivera uma intuição talvez única no mundo: casais como nós podem ser enriquecidos do contacto mútuo e fortalecidos na sua fé e na sua vida eclesial, e podem fazer uma caminhada de mãos dadas que só poderá ser boa para eles e para a Igreja. (…) É da mais elementar justiça que se diga que essas foram as duas grandes colunas do nosso Movimento, o Cónego Filipe de Figueiredo e o Prof. Dr. João Simão! (…) E confiamos que o Cónego Filipe está a interceder por nós junto do Pai e não nos deixará nunca desanimar. (…) Não fora a sua solicitude e a lúcida visão, e este caminho não houvera começado! (…)”
E o terceiro presidente, José Serafim Alves de Sousa, adiantaria em 2008 e 2009, em três números do Espiral:
“CARTA ABERTA AO CÓNEGO P. FILIPE DE FIGUEIREDO
Meu Caro Pe. Filipe: (…) Nós andávamos dispersos cada um para seu lado, e tu convidaste-nos à união em volta da causa comum – o chamamento do Senhor. (…) Com a ajuda do P. Filipe, que no outro mundo pede e intercede por nós, vamos acreditar que o mundo será melhor.” (Espiral n.o 32 , Julho/Setembro, página 1, 2008)
“MAIS UMA ETAPA VENCIDA
(…) Não foi por acaso que nos reunimos na área de acção do nosso fundador e pai espiritual, cinco anos depois da sua passagem para o Pai. (…)” (Espiral n.º 33, Outubro/Dezembro, página 1, 2008)
(…) Não foi por acaso que nos reunimos na área de acção do nosso fundador e pai espiritual, cinco anos depois da sua passagem para o Pai. (…)” (Espiral n.º 33, Outubro/Dezembro, página 1, 2008)
“CAMINHANDO EM SEGURANÇA
(…) Fez-se o encontro em Évora em Novembro do ano passado. A nossa associação deu-se a conhecer na paróquia de S. Brás, onde trabalhou o Cónego Filipe, e nós, fiéis ao lema que nos viu nascer e crescer, vamos continuar os caminhos que ele traçou.” (Espiral n.º 34, Janeiro/ Março, página 1, 2009)
"(…) Porque, também no coração de cada membro deste Movimento, o Cón. Filipe é venerado e invocado, concordamos com D. Serafim Ferreira e Silva em que ele não precisa de ser canonizado.” (Luís Luz e Cunha, anterior membro de Direção)
Efetivamente afirma o Senhor Bispo emérito de Leiria-Fátima, D. Serafim: Aquele que foi chamado o ‘bom samaritano’ não precisa de ser canonizado para receber veneração. Já é religiosamente venerado e reconhecido como exemplar ou modelo dos `servos de Deus´.
A FRATERNITAS vê este HOMEM - PADRE como patrono e modelo.
Em 28 de novembro, tu, Padre Filipe, segundo Mt 25, 21, entraste “no gozo do teu senhor”…
Mas NÃO saíste de nós – és PRESENÇA VIVA! Foste, e tens sido nossa alma!…
Urtélia Silva, co-secretária da Associação Fraternitas Movimento
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